23 outubro, 2011

Este fim de semana foram 3!

Vi 3 filmes este fim de semana, The Tree of Life (http://www.imdb.com/title/tt0478304/), Midnight in Paris (http://www.imdb.com/title/tt1605783/) e Water for Elephants (http://www.imdb.com/title/tt1067583/).
Gostei dos 3, de maneiras diferentes. The Tree of Life tem umas partes bastante secantes, mas de resto gostei muito. Adorei o Midnight in Paris, foi dos filmes que mais gostei dele. Water for Elephants é muito bonito!
Vejam, que agora a chuva pede isso!

Outono

Começou a chover. Muita chuva, assim de repente.
Parece que vai durar.
Outubro, já era tempo.
Até gosto de chuva, mas ter de sair e apanhar com ela, nem por isso. Ainda por cima faz vento também...

05 outubro, 2011

Celeridades

Parece que tudo corre mais depressa do que eu consigo agarrar. Imagino que me sinta como as mães ao verem os filhos crescerem e que não querem que aquilo aconteça pois querem-nos só para elas mais um bocadinho.
Eu quero ficar pequenina mais um bocado, deixar as preocupações de lado, mergulhar num filme do Miyazaki e viver naquela fantasia linda, naqueles namoros com a natureza e criaturas extraordinárias.
Na verdade, falta-me coragem para não recear tanto o desconhecido.

02 outubro, 2011

Nada

Não me sai nada...

14 julho, 2011

Num país tropical...

Tenho saudades dos meus amigos que se encontram na bela América do Sul!... Está dito!

12 julho, 2011

Olhar para dentro sem fazer perguntas faz bem

(...) o meu temperamento pertence à escritora, não à mulher.
Anäis Nin in Henry & June.

Hoje deparei-me com esta frase, explicou muita coisa.
A quem o meu temperamento pertence ainda não sei. Sei que, com certeza, não é à mulher. Por demasiado tempo pertenceu à mulher e só agora percebo que havia um conflito. Um conflito que já existia à tanto tempo que nunca pus em causa que pudesse pertencer a outra que não a mulher.
Estou disposta a descobrir e não há pressas.
No outro dia dei por mim a ver um vídeo caseiro, recente, e pensar que aquela que estava no vídeo não era a pessoa que eu conhecia como sendo eu. A voz tinha uma tonalidade mais grave (mas sempre com um fio de agudo), as minhas expressões tinham mudado, a bolha que nos abraça e que transmitimos a quem vive connosco completamente diferente. Fiquei surpreendida com isto, mas também com o facto de achar interessante que não me fizesse confusão ver-me tão diferente, mas tão melhor.
Não deixo de ser eu, quer por me ter libertado da mulher quer por nao me ter reconhecido.