31 agosto, 2012
30 agosto, 2012
27 agosto, 2012
hoje
Ao acordar abri as janelas.
Veio de encontro a mim o vento, mais como uma brisa, e transportou-me para o outro lado do oceano, em terras brasileiras.
Bem sei que os cheiros são muito diferentes, mas o fresco que me ultrapassou e, ao mesmo tempo, me abraçou conseguiu levar-me, novamente, até aquela varanda, à viagem de ônibus, à praia.
Momentos que não são de hoje, são, cada vez, mais distanciados no tempo, mas que não desaparecem assim.
Veio de encontro a mim o vento, mais como uma brisa, e transportou-me para o outro lado do oceano, em terras brasileiras.
Bem sei que os cheiros são muito diferentes, mas o fresco que me ultrapassou e, ao mesmo tempo, me abraçou conseguiu levar-me, novamente, até aquela varanda, à viagem de ônibus, à praia.
Momentos que não são de hoje, são, cada vez, mais distanciados no tempo, mas que não desaparecem assim.
26 agosto, 2012
24 agosto, 2012
adeus RTP2?
"Governo poderá fechar Canal 2 e concessionar todo o grupo RTP a privados" é um dos títulos de hoje no Público.
Nem vou falar da parte da privatização...
Fechar a RTP2?! O único canal português em que se tem uma programação de jeito, que nos apresenta uma variedade de material que nos pode tirar da parvalheira dos reality shows, das telenovelas e de todos os programas com capacidade para nos destruir tudo o que o nosso cérebro tem de culto e de interesse pelo que nos rodeia (e não, não estou a falar de viver a vida dos outros)? É a sério?
Fico parva com as decisões deste governo (dos outros anteriores também).
O objectivo deve mesmo ser estupidificar as pessoas, tirar-lhes, ainda mais, o acesso à cultura.
Cada vez percebo menos disto. É uma lógica que não consigo acompanhar, não mesmo...
22 agosto, 2012
E é tão bom
Dormir de janela aberta e ouvir os pássaros, o vento nas árvores, os miados dos gatos.
Sentir o fresco a entrar pela janela e olhar para o céu... e há tantas estrelas que é impossível contar.
Deixarmo-nos estar. Absorver tudo o que conseguimos.
Sentir o fresco a entrar pela janela e olhar para o céu... e há tantas estrelas que é impossível contar.
Deixarmo-nos estar. Absorver tudo o que conseguimos.
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